Palavras simples, mas verdadeiras e sinceras. Posso te afirmar: não precisa ser algo muito diferente disso. Sem ensaios, sem roteiros, sem complexidade ou palavras bonitas.
Assim é a oração de um justo — não de alguém perfeito, mas de quem busca a Deus com sinceridade — porque o poder da oração não está em quem a faz, mas em quem a recebe — o Criador e consumador da nossa fé.
“A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” (Tiago 5:16)
A prática e a constância dentro de uma rotina abrem portas para a intimidade. É como aquele hábito de todos os dias: você acorda, pega sua caneca de café e vai para fora. Um vizinho recente encosta no muro e começa a conversa com um simples “bom dia”. Aos poucos, os assuntos vão se estendendo. Nos dias seguintes, as conversas ganham mais liberdade, mais confiança — sempre com respeito. Isso é intimidade.
E com Deus não é diferente. Ao praticar suas orações, mesmo quando não souber o que dizer, comece com algo simples: “Bom dia, Senhor”.
A partir daí, a oração flui. Talvez você diga: “Senhor, deixa eu te contar o que estou passando…”. Não que Ele não saiba, mas são tantas coisas para falar. E, no final, aquilo que parecia difícil, que você tanto ensaiou, simplesmente acontece — de forma leve e natural.
“E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.” (Mateus 6:7)
Em um mundo tão corrido, deixamos as coisas mais importantes em segundo plano. Às vezes por medo de se atrasar, pelo cansaço, pela falta de tempo ou por tantos outros motivos que criamos todos os dias.
Mas o seu eterno vizinho, que mora no céu, está sempre presente. Não apenas pela manhã, mas em todo tempo — esperando por você, como quem segura uma caneca de café, pronto para ouvir.
Eduardo MLeão escreve artigos cristãos com base na Palavra de Deus, usando uma linguagem simples e acolhedora. Seus textos buscam fortalecer a fé e lembrar que Deus está presente em todos os momentos. E-books.




