Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado. (Tiago 4:17)
Intenção e ação são duas palavras que se completam, mas nem sempre caminham juntas. Muitas vezes, ao conhecermos um ensinamento bíblico, somos despertados a uma boa intenção — porém, essa intenção exige uma atitude prática da nossa parte.
A Bíblia não nos ensina a praticar o bem apenas aos que compartilham da mesma fé. Quando observamos o mandamento de amar o próximo como a nós mesmos, percebemos que ele não está direcionado a um grupo específico ou a uma crença, mas a todos.
Se esse é o padrão estabelecido por Deus, por que ainda vemos pessoas que praticam o bem apenas quando lhes convém, seja nas coisas simples ou nas mais complexas? Sabemos que Deus não faz acepção de pessoas; por que nós faríamos?
Diante disso, nós, como cristãos, somos chamados a viver de forma diferente. Não sabemos tudo, mas carregamos em nós o Espírito Santo. Somos o sal da terra e somos reconhecidos, principalmente, por nossas atitudes e escolhas. Isso não deve ser visto como um peso, mas como um processo transformador. Ser um verdadeiro filho de Deus exige mudança, um novo nascimento — da água e do Espírito.
Quando passamos por essa transformação, nossa perspectiva muda. Já não há nada mais valioso do que uma alma. Passamos a compreender onde está o verdadeiro tesouro, no qual devemos depositar o nosso coração: o Reino de Deus.
Assim, o versículo em destaque nos conduz a uma reflexão profunda sobre quem somos e quem devemos ser. Nosso agir precisa estar carregado de amor ao próximo, não apenas em grandes atitudes, mas também nos pequenos detalhes do dia a dia.
Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade. (1 João 3:18)
Eduardo MLeão escreve artigos cristãos com base na Palavra de Deus, usando uma linguagem simples e acolhedora. Seus textos buscam fortalecer a fé e lembrar que Deus está presente em todos os momentos. E-books.




